{"id":2682,"date":"2020-05-08T02:13:27","date_gmt":"2020-05-08T01:13:27","guid":{"rendered":"http:\/\/oxfordbrazilebm.com\/?page_id=2682"},"modified":"2020-05-08T02:16:17","modified_gmt":"2020-05-08T01:16:17","slug":"diabetes-e-os-riscos-do-covid-19","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/oxfordbrazilebm.com\/index.php\/diabetes-e-os-riscos-do-covid-19\/","title":{"rendered":"Diabetes e os riscos do COVID-19"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]Tradutores: Jo\u00e3o Luiz Grandi, Maria Regina Torloni<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em nome da Equipe de Servi\u00e7o de Evid\u00eancias COVID-19 da Oxford<br \/>\nCentro de Medicina Baseada em Evid\u00eancias, Departamento Nuffield de Cuidados prim\u00e1rios em Ci\u00eancias da Sa\u00fade<br \/>\nUniversidade de Oxford (JHB; DN)<br \/>\nNuffield Department of Primary Care Health Sciences<br \/>\nUniversidade de Oxford (EM; CG)<br \/>\nDivis\u00e3o de Ci\u00eancias M\u00e9dicas, Universidade de Oxford (JP; JK)<br \/>\nUniversidade de Leicester, Reino Unido (KK)<br \/>\nCorrespond\u00eancia para <a href=\"mailto:jamie.hartmann-boyce@phc.ox.ac.uk\">jamie.hartmann-boyce@phc.ox.ac.uk<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PARECER<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As pessoas com diabetes parecem ter <u>maior risco <\/u>de desenvolver formas mais graves da COVID-19. Por\u00e9m, devido \u00e0 escassez de dados, as evid\u00eancias que quantifiquam o aumento do risco s\u00e3o muito incertas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>HIST\u00d3RICO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As pessoas com diabetes (PCD) foram identificadas como tendo maior risco de desenvolver formas graves da COVID-19. Compreender e quantificar esse risco \u00e9 essencial para permitir que o pacientes, os cuidadores e os profissionais de sa\u00fade fa\u00e7am escolhas informadas sobre as maneiras de gerenciar os riscos das PCD durante a pandemia de COVID-19.Esta revis\u00e3o r\u00e1pida se prop\u00f5e a responder \u00e0s seguintes perguntas:\u00a0\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 As pessoas com diabetes t\u00eam maior risco de contrair COVID-19?\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 As pessoas com diabetes t\u00eam desfechos piores com o COVID-19?\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 As caracter\u00edsticas cl\u00ednicas e ou demogr\u00e1ficas interferem na rela\u00e7\u00e3o entre diabetes e COVID-19?\u00a0Uma revis\u00e3o complementar analisa o gerenciamento do diabetes durante a pandemia do COVID-19.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EVIDENCIAS ATUAIS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0 <\/strong><br \/>\n<strong>As pessoas com diabetes t\u00eam maior risco de contrair COVID-19?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acredita-se que as pessoas com diabetes (PCD) t\u00eam risco aumentado para infec\u00e7\u00e3o, e uma <u>revis\u00e3o narrativa<\/u> estendeu isso para a COVID-19. No entanto, como os exames laboratoriais continuam\u00a0 limitados, \u00e9 incerto afirmar que as PCD seriam ou n\u00e3o mais propensas a contrari COVID-19. Os dados que temos atualmente s\u00e3o predominantemente provenientes de coortes hospitalares. Uma <u>revis\u00e3o sistem\u00e1tica e metan\u00e1lise <\/u>com 8 estudos envolvendo popula\u00e7\u00f5es predominantemente chinesas (n = 46.248, busca realizada em 25 de fevereiro de 2020) concluiu que o diabetes era a segunda comorbidade mais prevalente (ap\u00f3s hipertens\u00e3o) em pessoas hospitalizadas com COVID-19; 8% (IC 95% 6% -11%) da popula\u00e7\u00e3o infectada tinha diagnostico confirmado de diabetes. Por\u00e9m, os autores relataram heterogeneidade significativa entre os estudos e n\u00e3o avaliaram a qualidade dos estudos inclu\u00eddos. Eles tamb\u00e9m inclu\u00edram um grande banco de dados nacional que tamb\u00e9m foi a fonte de dados dos estudos menores inclu\u00eddos nas revis\u00f5es, aumentando assim o risco de contagem dupla dos pacientes.Uma revis\u00e3o <u>sistem\u00e1tica e metan\u00e1lise<\/u> com seis estudos (n = 1527; 4 estudos inclu\u00eddos na revis\u00e3o anterior) concluiu que 9,7% (6,9% &#8211; 12,5%) dos pacientes com COVID-19 confirmada tinham diabetes. Os autores declaram que avaliaram a qualidade dos estudos inclu\u00eddos, mas n\u00e3o apresentaram e nem discutiram esse resultado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A preval\u00eancia populacional de diabetes em pessoas acima de 30 anos na prov\u00edncia de Hubei (de onde vieram a maioria dos estudos em ambas as an\u00e1lises) foi <u>estimada em 5,6% <\/u>(4,3% a 7,0%), mas a validade desse n\u00famero n\u00e3o \u00e9 clara. Dados de um estudo na China estimaram que a preval\u00eancia populacional de diabetes era de <u>aproximadamente 11%.<\/u> Nossas pesquisas n\u00e3o identificaram dados sobre a propor\u00e7\u00e3o de pessoas diab\u00e9ticas com COVID-19 em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>O diabetes aumenta o risco de gravidade da COVID-19?<\/strong>\u00a0Tr\u00eas revis\u00f5es sistem\u00e1ticas analisaram se pessoas com diabetes t\u00eam maior probabilidade de ter formas \u00a0graves de COVID-19. As tr\u00eas concluiram que essas pessoas tem aumento de risco significativo, do ponto de vista cl\u00ednico. Os autores da mesma <u>revis\u00e3o sistem\u00e1tica e metan\u00e1lise<\/u> com 8 estudos j\u00e1 citada concluiram que as PCD t\u00eam maior risco de ter formas graves da doen\u00e7a, por\u00e9m esse achado \u00e9 muito incerto devido aos amplos intervalos de confian\u00e7a que incluem \u00a0tanto redu\u00e7\u00e3o como aumento do risco (OR 2,07, IC 95%: 0,89 a 4,82). Uma segunda <u>revis\u00e3o sistem\u00e1tica e metan\u00e1lise<\/u> (vers\u00e3o pr\u00e9-publica\u00e7\u00e3o, sem revis\u00e3o por pares) de 9 estudos (n = 1936; 5 estudos tamb\u00e9m inclu\u00eddos na revis\u00e3o anterior) encontrou uma associa\u00e7\u00e3o substancial entre diabetes e maior gravidade da COVID-19 (OR 2,67, IC 95% 1,91 a 3,7). Uma <u>terceira revis\u00e3o sistem\u00e1tica<\/u> j\u00e1 citada (6 estudos, n = 1527, pelo menos 4 estudos inclu\u00eddos nas an\u00e1lises anteriores) encontrou muita heterogeneidade estat\u00edstica (I2 = 67%) o que levou \u00e0 incerteza nas estimativas de efeito. Na metan\u00e1lise dessa revis\u00e3o, o diabetes representou 11,7% dos casos graves internados na UTI em compara\u00e7\u00e3o com 4,0% dos casos graves n\u00e3o internados na UTI (RR 2,21, IC 95% 0,88 a 5,57).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na segunda revis\u00e3o, os dados extra\u00eddos diferem consideravelmente daqueles extra\u00eddos dos mesmos estudos inclu\u00eddos nas outras duas revis\u00f5es. N\u00e3o est\u00e1 claro at\u00e9 que ponto as <u>vari\u00e1veis de confus\u00e3o<\/u> (por exemplo, idade, outras comorbidades como hipertens\u00e3o e doen\u00e7a cardiovascular) foram levadas em considera\u00e7\u00e3o e quais crit\u00e9rios foram usados para definir a gravidade da doen\u00e7a nas tr\u00eas revis\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dois estudos fizeram uma s\u00edntese dos dados sobre mortalidade. Um <u>relat\u00f3rio do Centro Chin\u00eas de Controle e Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as<\/u>, que resume os dados de 72.314 casos, encontrou uma taxa geral de mortalidade por casos (TGM) de 2,3% (1023 mortes entre 44.672 casos confirmados). Nas PCD, a TGM foi de 7,3%. Um pequeno estudo <u>coorte multic\u00eantrico<\/u> na China (n = 191) relatou um risco significativamente maior de morte hospitalar nos diab\u00e9ticos, na an\u00e1lise univariada (OR 2,85, IC 95% 1,35 a 6,05). Os autores n\u00e3o inclu\u00edram diabetes no modelo multivariado (por\u00e9m inclu\u00edram v\u00e1rias outras condi\u00e7\u00f5es). A <u>interpreta\u00e7\u00e3o das TGM<\/u> na pandemia atual \u00e9 um desafio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, uma <u>revis\u00e3o retrospectiva<\/u> de 1590 pacientes chineses internados em 575 hospitais com doen\u00e7a confirmada por exame laboratorials analisou o desfecho composto interna\u00e7\u00e3o na UTI ou ventila\u00e7\u00e3o intensiva ou morte. Os autores relatam que, ap\u00f3s ajuste para idade e tabagismo, o diabetes aumentou significativamente o risco para esse desfecho \u00a0(taxa de risco 1,59 , IC 95% 1,03-2,45). Os dados apontam que 34,6% dos casos graves ocorreram nos diab\u00e9ticos em compara\u00e7\u00e3o com 14,3% dos casos n\u00e3o graves. Esses dados se sobrep\u00f5em aos apresentados nas revis\u00f5es acima, mas s\u00e3o apresentados separadamente aqui porque os autores calcularam a taxa ajustada de risco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em resumo, devido a quest\u00f5es de heterogeneidade, falhas nos relatos e falta de revis\u00f5es sistem\u00e1ticas de alta qualidade, \u00e9 dif\u00edcil concluir com confian\u00e7a at\u00e9 que ponto as PCD t\u00eam maior risco de desenvolver formas graves da COVID-19. No geral, as PCD t\u00eam maior risco de terem complica\u00e7\u00f5es mais graves nas\u00a0 infec\u00e7\u00f5es, especialmente na influenza e na pneumonia. O <u>Diabetes UK<\/u> avisa que a COVID-19 possa causar sintomas e complica\u00e7\u00f5es mais graves nas PCD. Devido aos problemas j\u00e1 apontados quanto \u00e0 evid\u00eancia existente, a quantifica\u00e7\u00e3o do aumento do risco \u00e9 um desafio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Uma s\u00e9rie de mecanismos poss\u00edveis foi proposta para o aumento no ricso de desfechos cl\u00ednicos adversos nas PCD que contraem COVID-19. Esses mecanismos incluem <u>aumento nos n\u00edveis de plasmina; desequil\u00edbrio entre a enzima conversora de angiotensina 2 (ECA2) e as citocinas; depura\u00e7\u00e3o viral reduzida<\/u>; <u>fisiopatologia geral relacionada ao sistema renina-angiotensina<\/u>, resist\u00eancia \u00e0 insulina e aumento dos marcadores inflamat\u00f3rios. No entanto, essas s\u00e3o hip\u00f3teses ou teorias predominantemente n\u00e3o testadas, baseadas em dados observacionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que modula a rela\u00e7\u00e3o entre diabetes e gravidade da COVID-19?<\/strong>\u00a0H\u00e1 uma not\u00e1vel falta de dados sobre essa quest\u00e3o. Tanto a idade aumentada quanto as comorbidades cardiovasculares est\u00e3o associadas a <u>maior risco<\/u> para formas graves da COVID-19, e \u00e9 prov\u00e1vel que ambos estejam intimamente relacionados com ter diabetes. \u00c9 plaus\u00edvel que o <u>IMC, a etnia<\/u> e certos <u>medicamentos<\/u> tamb\u00e9m possam desempenhar um papel. No momento da reda\u00e7\u00e3o deste artigo, a <u>Diabetes UK<\/u> declarou que todos os pacientes com diabetes, do tipo 1, tipo 2 e gestacional, t\u00eam risco de desenvolver formas graves da COVID-19, por\u00e9m \u00a0isso varia de pessoa para pessoa (isso \u00e9 verdade para todos, n\u00e3o apenas para as pessoas com diabetes). Eles afirmaram que n\u00e3o sabem como o v\u00edrus pode afetar as pessoas em remiss\u00e3o do diabetes. A <u>Funda\u00e7\u00e3o de Pesquisa em Diabetes Juvenil<\/u> (JDRF) indicou que as pessoas com diabetes tipo 1 com glicemias pr\u00f3ximas do alvo &#8220;podem n\u00e3o ter \u00a0maior risco &#8230; a menos que tenham outras complica\u00e7\u00f5es&#8221;. Eles afirmam que atualmente n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es boas para dizer como o diabetes tipo 1 interage com a COVID-19 e como outros aspectos da sa\u00fade podem afetar o risco.\u00a0Nenhum dos estudos revisados analisou explicitamente o risco de formas graves da COVID-19 em pessoas com diabetes usando vari\u00e1veis adicionais. Uma <u>revis\u00e3o retrospectiva<\/u> de 1590 pacientes hospitalizados (que relatou aumento nos desfechos compostos para PCD e tem participants que foram inclu\u00eddos em outras revis\u00f5es sistem\u00e1ticas, mas que apresentamos separadamente devido \u00e0 sua discrimina\u00e7\u00e3o mais detalhada dos dados) apontou que n\u00e3o houve diferen\u00e7a importante na for\u00e7a da associa\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de comorbidades e mortalidade por COVID nas an\u00e1lises de subgrupo por faixa et\u00e1ria dos participantes (&lt;65 anos versus &gt;65 anos). Por\u00e9m, os autores dessa revis\u00e3o n\u00e3o fizeram essa an\u00e1lise espec\u00edfica para o grupo dos diab\u00e9tcos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma <u>revis\u00e3o narrativa<\/u> (n\u00e3o sistem\u00e1tica) relatou que a coexist\u00eancia de doen\u00e7a card\u00edaca ou renal, idade avan\u00e7ada e fragilidade provavelmente aumenta ainda mais o risco de formas graves de COVID-19 nas pessoas com diabetes. Por\u00e9m, os autores n\u00e3o apresentaram dados para apoiar essa afirma\u00e7\u00e3o. Um estudo <u>coorte retrospectivo<\/u> de pacientes hospitalizados em Wuhan (n = 258) (pr\u00e9-publica\u00e7\u00e3o e n\u00e3o revisado por pares) encontrou uma associa\u00e7\u00e3o entre glicemia de jejum e letalidade por COVID-19 (modelo de risco proporcional de Cox aHR = 1,19, IC95% 1,08 a 1.31) \u201cajustando para poss\u00edveis fatores de confus\u00e3o\u201d, sem indicar quais foram os fatores de confus\u00e3o. Como isso ocorreu em toda a popula\u00e7\u00e3o estudada, n\u00e3o est\u00e1 claro se isso est\u00e1 sendo causado por um forte contraste entre pessoas com e sem diabetes, ou se existe uma rela\u00e7\u00e3o dose-resposta da hiperglicemia. Como a infec\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode aumentar a glicemia das PCD, tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 claro se isso n\u00e3o seria decorrente de \u00a0causalidade reversa (infec\u00e7\u00f5es mais graves aumentam mais os n\u00edveis de glicemia).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CONCLUS\u00d5ES<\/strong>\u00a0\u2022 N\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias sobre se as pessoas com diabetes (PCD) t\u00eam maior probabilidade de contrair\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 COVID-19.\u2022 As pessoas com diabetes parecem ter maior risco de ter formas mais graves da COVID-19, por\u00e9m a evid\u00eancia sobre o aumento de risco \u00e9 muito incerta.\u2022 Devido \u00e0 escassez de dados, n\u00e3o est\u00e1 claro at\u00e9 que ponto os fatores cl\u00ednicos e demogr\u00e1ficos modulam a rela\u00e7\u00e3o entre diabetes e gravidade da COVID-19.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Isen\u00e7\u00e3o de responsabilidade: <\/strong>o artigo n\u00e3o foi revisado por pares; n\u00e3o deve substituir o julgamento cl\u00ednico individual e as fontes citadas devem ser verificadas. As opini\u00f5es expressas neste coment\u00e1rio representam as opini\u00f5es dos autores e n\u00e3o necessariamente as da institui\u00e7\u00e3o anfitri\u00e3, do NHS, do NIHR ou do Departamento de Sa\u00fade e Assist\u00eancia Social. As opini\u00f5es n\u00e3o substituem as orienta\u00e7\u00f5es profissionais de um m\u00e9dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.cebm.net\/rapidly-managing-pneumonia-in-older-people-during-a-pandemic\/\">Link para o original: <\/a><a href=\"https:\/\/www.cebm.net\/covid-19\/diabetes-and-risks-from-covid-19\/\">https:\/\/www.cebm.net\/covid-19\/diabetes-and-risks-from-covid-19\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Deve ser citado como:<\/strong>Jamie Hartmann-Boyce, Elizabeth Morris, Clare Goyder, Jade Kinton, James Perring, David Nunan, Kamlesh Khunti<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>REFERENCES<\/strong><\/p>\n<p>All references are available as hyperlinks from the text.<\/p>\n<p><strong>Fontes: <\/strong><\/p>\n<p>Todas as refer\u00eancias est\u00e3o dispon\u00edveis nos hiperlinks do texto.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]Tradutores: Jo\u00e3o Luiz Grandi, Maria Regina Torloni &nbsp; Em nome da Equipe de Servi\u00e7o de Evid\u00eancias COVID-19 da Oxford Centro de Medicina Baseada em Evid\u00eancias, Departamento Nuffield de Cuidados prim\u00e1rios em Ci\u00eancias da Sa\u00fade Universidade de Oxford (JHB; DN) Nuffield Department of Primary Care Health Sciences Universidade de Oxford (EM; CG) Divis\u00e3o de Ci\u00eancias M\u00e9dicas,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2682","page","type-page","status-publish","hentry","description-off"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/oxfordbrazilebm.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2682","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/oxfordbrazilebm.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/oxfordbrazilebm.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/oxfordbrazilebm.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/oxfordbrazilebm.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2682"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/oxfordbrazilebm.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2682\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2684,"href":"https:\/\/oxfordbrazilebm.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2682\/revisions\/2684"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/oxfordbrazilebm.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2682"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}